Os impressionantes automóveis Pegaso de Competição, construídos nos anos 50. O sonho que não pode ser...
Pegaso, segundo a mitologia Grega, era um cavalo alado que nasceu do sangue derramado por Medusa quando Perseo lhe cortou a cabeça, sua historia, como a maioria das lendas é uma visão em forma de conto de algumas qualidades ou vícios humanos.
E por falar em humanos, é humanamente impossível contar a história do Pegaso sem antes dar uma rápida pincelada pela legendaria Hispano-Suiza, ou sem antes contar como e porque nasceu esta verdadeira Jóia Espanhola.
Começamos pois…
A marca Hispano-Suiza, nasceu em 1904 e foi uma empresa espanhola de automóveis de luxo e competição que teve também uma vertente nos desenhos de motores para a aviação, veículos de transporte e incluso veículos bélicos. A empresa apresentou um grande desenvolvimento durante o século XX até que quebrou no início da Guerra Civil Espanhola, em 1936.
No pós-guerra foi criado em Espanha o INI - Instituto Nacional de Indústria, para promover o desenvolvimento da nação. O objetivo principal era a criação de novas empresas industriais e com ele nasceu ENASA – Empresa Nacional de Caminhões S.A., cuja principal prioridade era a produção de veículos de transporte pesado e público, principalmente caminhões.
Assentava-se assim a base da indústria automobilística nacional em um momento de total isolamento econômico e político de Espanha, onde as necessidades eram primarias: caminhões, tratores, tecnologia…e assim, sobre os restos de Hispano-Suiza nasceu ENASA.
Foi aí neste berço, sob a marca Pegaso, onde germinou a idéia de criar, além de veículos públicos, autênticas jóias, como os incríveis carros esportivos Pegaso.
Na época a Espanha oferecia ao mundo uma imagem rural e atrasada a nível econômico, industrial e cultural. Mas foi desta imagem, igual a lenda do cavalo alado Pegaso e sobre o sangue derramado de Medusa, que um engenheiro barcelonês de caráter persuasivo, Wifredo Ricart, apostou por fabricar automóveis esportivos com desenho, tecnologia e qualidade industrial impensáveis para a época.
Ricart queria mostrar ao mundo a capacidade técnica e industrial daquela Espanha da pós-guerra, em partes, era uma questão de orgulho, algo que é de grande importância na psique espanhola.
É uma pena que o mais conhecido sobre Wifredo Ricart seja que Enzo Ferrari não podia suportar-lo. Coisa muito compreensível visto que insistia em fazer as coisas corretamente, não importando quão difícil eram. Aquele criador de máquinas, forjado nas oficinas da Ferrari e Alfa Romeo, conceberia à marca Pegaso carros inovadores.
De forma secreta e desde o Centro de Estudos Técnicos de Automoção (CETA), Ricart e sua jovem equipe começaram a desenhar novos produtos para a empresa. Devido a semelhança da fonética (em espanhol) com o centro, estes estudos de desenho foi denominado com a letra Z, que era seguida pelos números identificados dos projetos: 700 para os tratores, 200 para os caminhões e 100 para os automóveis, eram os inícios dos Z-101 e Z-102…
Depois de muitos anos como responsável técnico da Alfa Romeo, Ricart tinha claro que a base do seu projeto secreto era desenvolver carros esportivos mais avançados que os italianos, que ele conhecia a perfeição. A necessidade de organizar uma aprendizagem de qualidade era crucial. Considerava-se que um processo lento, daria como resultado um produto caro, mas com níveis de qualidade muito elevados.
Na realidade, os carros estavam fora de lugar, e haviam sido pensados como armas de propaganda. O velho regime queria vender a excelência dos caminhões Pegaso que fabricava e porque melhor vitrine que uns protótipos de beleza e potência similares aos que exibiam Renault, Citroën, Alfa Romeo, Bugatti…lapidaram-se então as primeiras jóias. O Sr. Carreras, de ENASA, justificou finalmente aquela proposta dizendo: "Em Espanha somos pessoas pobres fazendo jóias para os ricos."
Sob a batuta de Ricart e desenhado em “CETA”, o primeiro automóvel Pegaso se denominou Z-101. Era uma ‘berlina’ que estava equipada com um motor de 12 cilindros em V de 4,5 litros de capacidade. Mas não chegou a fabricar-se devido as suas altas prestações. O segundo projeto já era um carro esportivo, um veículo rápido que incorporava as soluções técnicas mais avançadas e o uso de materiais da mais alta qualidade da época; materiais que uniam resistência e leveza. Equipado com um motor V8, de 2,5 litros de cilindradas, dotado de quatro árvores de válvulas de cabeçote, uma caixa de câmbios manual de cinco marchas, um diferencial ‘autoblocante’ e um eixo traseiro De Dion. Um raro refinamento para a época era que o pesado pedal fazia funcionar dois circuitos hidráulicos independentes. Rodas de 16 polegadas de diâmetro levavam o que eram então os melhores Pneus de alta velocidade da época, originalmente de seção nominal 5,50, e combinavam-se com a excelência da suspensão e a cuidadosa distribuição das massas para dar ao Pegaso uma magnífica condução. Algo incrível, para a época. A aparência externa era mais bem severa e simples, ainda que a linguagem italiana dominava o desenho dos coupés Gran Turismo de dois assentos.
E assim poliu-se a jóia, dando o brilho necessário para o Pegaso Z-102.
Uma verdadeira jóia era precisamente o que o automóvel parecia ser quando fez sua primeira aparição pública no Salão Internacional de Automóveis de Paris - 1951. Sob os olhares aturdidos da multidão, foram apresentados os protótipos do Z-102. Automóveis de cortes esportivos, de arredondadas linhas, de estilos sóbrios, uma cor tabaco e outro em cor acobreado, simplesmente insuperáveis!
Uma das características dos Pegaso era que grande parte das peças eram realizadas na própria fábrica, fazendo que os técnicos exercessem um controle mais estrito sobre cada componente, transformando o trabalho, segundo descreveu um visitante "...é mais bem como um laboratório particularmente ordenado, que uma oficina". A limpeza era "assombrosa". Alguns componentes adquiriam-se de terceiros e outros como o jogo de iluminação Bosch; as rodas alumínio Borrani e os freios Loockeed, eram importados.
Construídos entre 1951 e 1957, os esportivos Z-102 e Z-103, foram automóveis que dispunham de um desenho, tecnologia e qualidade industrial de primeiro nível para a época, encontrando-se entre os automóveis de melhor qualidade de fabricação a nível mundial.
Entre alguns proprietários ilustres, de estes carros se encontravam:
• O Xá da Pérsia, cujo Pegaso é considerado o melhor e mais belo.
• Baron Thyssen, cujo Pegaso carroceria by "Saoutchik" tapeçaria em pele de leopardo, sendo de ouro de 24 quilates os acessórios e maçanetas.
• Leonidas Trujillo, Presidente da República Dominicana.
• Creveiro Lopes, Presidente de Portugal.
De aquele primeiro Z-102 derivaram-se os 85 Pegaso mais, carros criados pelos mais prestigiosos ‘designers’ da época, veículos que se lavraram uma merecida fama na competição, esportivos que impressionaram nas corridas espanholas y européias:
• 24 horas de Le Mans de 1953.
• Corrida Panamerica de 1954 no México, vencida por Juan Manuel Fangio.
Além de diversos recordes como o de carro de produção mais rápido do mundo na autopista de Jabbeke - Bélgica, alcançando a velocidade de 250 Km/h.
A rica sobriedade dos autos tinha seu eco na publicidade da firma, elegante e eloqüente, como só a modéstia excessiva podia ser. Não obstante, sempre ha alguns ricos que gostam de alardear suas jóias, e assim que foi inevitável que vários ‘designers’ a medida, criassem uma diversidade de carrocerias bastante notáveis para o Pegaso.
Originalmente foram quatro os ‘designers’ que intervieram em sua fabricação:
• ENASA, com desenhos próprios (Cangrejo, Bisiluro - cazarecords)
• Carrozzeria Touring, o que mais modelos produziu (Thrill)
• Saoutchik, de formas barrocas.
• Serra, encarregado, sobre tudo dos conversíveis.
Mas a falta de fundos econômicos, os problemas técnicos e mecânicos e um preço de 15.000$ da época, propiciaram o final destes veículos extraordinários, Pegaso cessou a produção de automóveis em 1957 depois de haver produzido somente 86 "Pegasines" alcançando um total de 125 o número de carrocerias elaboradas para estes carros pelos diversos fabricantes.
O resto de carros a meio fabricar, ferramentas, moldes e recâmbios, foram destruídos ou vendidos como sucata, dispersando-se seu arquivo e os planos de fabricação, o que supôs uma perda irreparável. É por isso que os automóveis Pegaso sempre foram e seguem sendo, uns grandes desconhecidos para os espanhóis à pé. Só os muito aficionados ao motor conhecem e valoram em sua justa medida o reto que supôs em sua época a iniciativa de Ricart.
Na atualidade se crê que sobreviveram uns 85% dos carros produzidos, se encontram entre os objetos mais cobiçados pelos colecionadores, que chegam a pagar por eles preços astronômicos. Seu preço médio de remate em um leilão pode chegar a alcançar 1.000.000 $ (janeiro 2006). Toda uma jóia!!
Alguns Modelos:
Berlineta Barcelona / 1952
Derivada do Z-102 com carroceria de aço e portas de alumínio. Desenhada um ano antes por CETA/ENASA, com 4,08 mts. de longitude, e 1.280 kg, alcançava os 210 km/h.
Spider Gran Competizione / 1953
Uma barca de alumínio de competição desenhada por Touring, debutou nas 24 Horas de Le Mans, em maio de 1953. Seu motor V8 de 2,8 litros, tinha 185 cv.
Cabriolé Saoutchik Ii / 1953
A marca Pegaso fez moda no estrangeiro e muitos ‘designers’, como o parisino Saoutchik, quiseram criar novas formas sobre seus chassis esportivos.
Berlinetta Touring Biposto / 1953
Apresentada no Salão de Turim de 1953, carroceria, desenhada e construída pela firma milanesa Touring, de alumínio com subestrutura tubular leve. (Sistema Superleggera).
Thrill / 1953
Curioso veículo com vigia traseira panorâmica, desenhado por Touring e exibido no salão de Turim, supôs uma evolução estilista que chamou muito a atenção na Europa.
Spider Rabassada / 1953
É uma ‘roadster’ de competição, em alumínio e com uma subestrutura tubular, de 3,95 mts. Debutou na Corrida da Rabassada (de aí sua denominação).
Spider Pedralbes / 1954
Foi desenhado por “CETA” de ENASA em 1954, e sua carroceria era de alumínio. Seu motor V8 de 3,2 litros tinha uma potência de 310 cavalos.
Panamericana / 1954
Berlineta de alumínio com três portas desenhada por Touring. Debutou na corrida “Vuelta a Cataluña”. Famosa versão aberta que correu na última Corrida Panamericana.
Cabriolet Saoutchik 2ª Serie / 1954
O desenhista francês Saoutchik criou uma carroceria aberta de dois lugares para o Concurso de Elegância de San Remo deste mesmo ano. De aço, media 4,10 mts.
Z-103 / 1955
Com motores maiores, de 4 a 4,5L e também freios de disco experimentais, incorporando uma atrativa carroceria realizada por Serra.
Spider Serra / 1956
Creada pelo ‘designer’ barcelonês Serra, foi apresentada no Salão de Paris daquele ano com considerável êxito. Sua carroceria era de aço e tinha 4,12 mts.
Bt Z-103 / 1956
Substituiu ao primitivo modelo Z-102, desenho encarregado por Ricart ao ‘designer’ italiano Touring. Apresentado no Salão de Turim, pensado para um motor de grande cilindrada.
Na continuação, os deixo uma lista de todos os modelos Pegaso fabricados por ENASA.
| Nº |
Nº bastidor |
Modelo |
| 1 |
0-0101 |
Berlineta ENASA Prototipo |
| 2 |
0-0102 |
Berlineta ENASA 1ª Serie prototipo |
| 3 |
0-0103 |
Berlineta ENASA 1ª Serie prototipo |
| 4 |
0-0104 |
Berlineta ENASA 1ª Serie prototipo |
| 5 |
0-0105 |
Berlineta ENASA 1ª Serie prototipo |
| 6 |
3-0106 |
Berlineta ENASA 2ª Serie |
| 7 |
0-0107 |
Berlineta ENASA 2ª Serie Especial; |
| 8 |
0-0108 |
Berlineta ENASA 2ª Serie |
| 9 |
0-0109 |
Spyder Rabassada |
| 10 |
3-0110 |
Bisiluro 1 |
| 11 |
3-0111 |
Bisiluro 2 |
| 12 |
3-0112 |
Berlineta ENASA 2ª Serie |
| 13 |
3-0113 |
Berlineta ENASA 2ª Serie |
| 14 |
0-0114 |
Berlineta ENASA 2ª Serie |
| 15 |
0-0115 |
Berlineta ENASA 2ª Serie |
| 16 |
0-0116 |
Cabriolet Saoutchik Prototipo |
| 17 |
0-0117 |
Berlineta Saoutchik Prototipo |
| 18 |
0-0118 |
Spyder Touring Tibidabo |
| 19 |
0-0119 |
Berlineta Touring Prototipo |
| 20 |
0-0120 |
Berlineta Cúpula 1 |
| 21 |
0-0121 |
Berlineta Cúpula 2 |
| 22 |
0-0122 |
Berlineta Saoutchik 1ª Serie |
| 23 |
0-0123 |
Chasis Berlineta transparente/exposiciones |
| 24 |
3-0124 |
Chasis en stock |
| 25 |
0-0125 |
Berlineta Saoutchik 1ª Serie |
| 26 |
0-0126 |
Berlineta Saoutchik 1ª Serie; |
| 27 |
3-0127 |
Spyder Touring Competición |
| 28 |
3-0128 |
Berlineta Saoutchik 2ª Serie |
| 29 |
3-0129 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 30 |
0-0130 |
Berlineta Saoutchik 1ª/2ª Serie |
| 31 |
0-0131 |
Berlineta Saoutchik 1ª/2ª Serie |
| 32 |
0-0132 |
Cabriolet Saoutchik 1ª Serie |
| 33 |
0-0133 |
Berlineta Touring Thrill |
| 34 |
3-0134 |
Cabriolet Saoutchik 1ª Serie |
| 35 |
0-0135 |
Berlineta Saoutchik 2ª Serie |
| 36 |
3-0136 |
Cabriolet Saoutchik 2ª Serie |
| 37 |
0-0137 |
Berlineta Saoutchik 2ª Serie |
| 38 |
3-0138 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 39 |
0-0139 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 40 |
0-0140 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 41 |
0-0141 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 42 |
0-0142 |
Spyder Touring Competición |
| 43 |
0-0143 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 44 |
0-0144 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 45 |
3-0145 |
Spyder Touring Competición |
| 46 |
0-0146 |
Berlineta Saoutchik 2ª Serie |
| 47 |
0-0147 |
Berlineta Saoutchik 2ª Serie |
| 48 |
0-0148 |
Berlineta Saoutchik 2ª Serie |
| 49 |
0-0149 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 50 |
0-0150 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 51 |
0-0151 |
Berlineta Touring Panamericana |
| 52 |
0-0152 |
Berlineta Touring Panamericana |
| 53 |
0-0153 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 54 |
3-0154 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 55 |
3-0155 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 56 |
0-0156 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 57 |
0-0157 |
Berlineta Touring 1ª Serie |
| 58 |
0-0158 |
Berlineta Touring 2ª Serie |
| 59 |
0-0159 |
Berlineta Touring 2ª Serie |
| 60 |
0-0160 |
Berlineta Touring 2ª Serie |
| 61 |
0-0161 |
Berlineta Saoutchik 2ª Serie |
| 62 |
3-0162 |
Berlineta Touring 2ª Serie |
| 63 |
0-0163 |
Berlineta Saoutchik 2ª Serie Especial |
| 64 |
3-0164 |
Berlineta Touring 2ª Serie |
| 65 |
3-0165 |
Berlineta Touring 2ª Serie |
| 66 |
3-0166 |
Spyder Serra 1ª Serie |
| 67 |
3-0167 |
Berlineta Touring 2ª Serie |
| 68 |
0-0168 |
Berlineta Touring 2ª Serie |
| 69 |
0-0169 |
Berlineta Touring 2ª Serie |
| 70 |
0-0170 |
Berlineta Touring 2ª Serie |
| 71 |
0-0171 |
Spyder Serra 1ª Serie |
| 72 |
0-0172 |
Berlineta Touring Panorámica |
| 73 |
3/0-0173 |
Spyder Serra 2ª Serie |
| 74 |
3/0-0105 |
Berlineta Touring Panorámica |
| 75 |
3/0-0107 |
Berlineta Touring Panorámica |
| 76 |
3/0-0108 |
Berlineta Touring Panorámica |
| 77 |
3/0-0109 |
Berlineta Touring Panorámica |
| 78 |
3/0-0110 |
Berlineta Touring Panorámica |
| 79 |
3/0-0111 |
Berlineta Touring Hardtop |
| 80 |
0-0180 |
Spyder ENASA Pedralbes |
| 81 |
0-0181 |
Spyder ENASA Pedralbes |
| 82 |
|
Ver REF. 09 |
| 83 |
3/0-0112 |
Berlineta Touring Hardtop |
| 84 |
|
|
| 85 |
3/0- |
Berlineta Touring Panorámica |
| 86 |
3/0- |
Berlineta Touring Panorámica |
De todas estas 86 preciosidades, somente sobraram uns trinta carros produzidos na planta de La Sagrera e três deles estiveram na exposição de carros clássicos de Valência, onde a história e o motor se encontraram em “Clássicos Esportivos”, uma exposição comemorativa do 40º aniversário da UPV (Universidade Politécnica de Valência) que mostrou, nas Reales Atarazanas de Valência, os maiores referentes automobilísticos esportivos europeus das décadas dos 20 e 60.
Ali encontramos réplicas como a do histórico e desaparecido Renault AK 90 Grand Prix, ganhador em 1906 do primeiro grande premio de velocidade da história, o Jaguar E Type, considerado por muitos como o mais belo esportivo construído, passando por automóveis históricos como o Bugatti Type 35 o Lotus MK XI ou o Aston Martin DB5 que popularizou James Bond em seus filmes.
Esses foram alguns dos grandes clássicos esportivos que reuniu a exposição organizada pelo Vicerreitorado da Cultura da UPV e a Conselheria de Cultura e Esporte, através do Consorcio de Museus da Comunidade Valenciana e que contou com a colaboração da Prefeitura de Valencia, a qual cedeu para o evento as Reales Atarazanas - Pl. Juan Antonio Benlliure s/n, 46011 Valencia
A exposição esteve aberta desde 10 de Julho até 14 de setembro e a entrada era livre.
Antyqua e eu estivemos ali, não podíamos perder esta oportunidade de ver estas jóias e posso afirmar que foi emocionante ver autênticas raridades com tantas histórias para contar.
Da Espanha, um sincero abraço à todos, espanhóis, amigos e enamorados desta terra orgulhosa por sua historia e suas origens.
Danielle Pimentel
Corresponsal Antyqua - Europa
» danielle@antyqua.com.br 00 34 626 510 455
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Autoretro Barcelona - Pegaso |
Capo nombre Pegaso |
Pegaso Barcelona-1952 |
Pegaso Z-102 Berlinetta |
Pegaso Z-102 SAOUTCHICK |
Pegaso Z-103 |
Pegaso-Thrill-1953 |
Pegaso-Thrill- 1953 |
Wifredo Ricart |
Exposición Valencia - Bugatti |
Exposición Valencia - David |
Exposición Valencia - Jaguar XK 120 |
Exposición Valencia - Maserati |
Exposición Valencia - Mercedes-Benz 300 SL Gullwing |
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